Futebol

A despedida de um ídolo: Suárez será pra sempre do Grêmio


Ídolo.

Uma palavra em carência no futebol brasileiro. Um termo que, quando se conecta com o torcedor, jamais se esquece. Alguém que é pra sempre e não importa se física ou mentalmente. Algo bastante parecido com o que Suárez representou pro Grêmio em 2023 e ficará marcado.

Vão falar que ídolos se medem por títulos, por tempo que ficou no time ou por entrevistas marcantes e provocativas. Suárez foi muito mais que isso. Ele pode ter ficado sem os principais troféus, mas foi intenso do começo ao fim. A hegemonia do estado se manteve. Ele foi a representação gremista nas quatro linhas. Ele foi o curativo pro torcedor que estava ferido. Muito ferido.

Imagina você sair de uma Série B e ter o QUARTO MAIOR ARTILHEIRO do mundo comandando o seu ataque? Imagina? Isso foi vivido pelo torcedor tricolor. Suárez não tinha um dos joelhos e ainda viu a tentação do seu melhor amigo te chamar pra jogar. E ele mesmo assim doou tudo que tinha até o último jogo. 

Não fica pela disputa do tetra da América. Uma pena. Mas se o Grêmio chegou lá para disputá-lo, é quase 100% por conta do GÊNIO que ele é. E podia ser mais. Podia sair com um título brasileiro na mala, mas a equipe estava longe do ideal. Porém, Suárez é isso. É diferente pra caramba e fez parecer que o Grêmio nunca deixou de estar na elite. Ele é foda. Ele foi de verdade mesmo.

Não teve tempo difícil na Arena. Era um campo ruim? Gol de Suárez. O campo melhorou? Gol do Suárez. Era GreNal? Aí é golaço do Suárez. Estádio cheio? Gol do Suárez. E nada mais apaixonante que um homem-gol pro torcedor de futebol.

Luis Alberto Suárez Diaz realmente jogou no Grêmio. E merece textão.